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UEMA divulga lista de classificados para a 2ª etapa do seletivo de tutores para o curso de inglês

A Universidade Estadual do Maranhão – UEMA, por meio do Núcleo de Tecnologias para Educação – UEMAnet, torna público a lista de classificados para a 2ª etapa do processo de seleção de tutores para o curso de extensão de inglês básico da UEMA. Esta segunda etapa consiste em prova de conhecimento destinada a avaliar o domínio da língua inglesa, por meio de prova escrita e entrevista oral do candidato.

Confira a LISTA DE CLASSIFICADOS.

A prova escrita acontecerá para todos os candidatos no mesmo dia e horário e estes deverão chegar com 30 minutos de antecedência:  Dia 18/04/2016, às 16h, no UEMAnet (Sala de Multimídia I), com duração de 2 horas. Na ocasião, não será permitido a utilização de dicionário.

A prova de entrevista oral acontecerá nos dias 19 e 20/04/2016 e terá horário previamente agendado, com tempo de duração de 15 minutos para cada candidato.

Confira AGENDAMENTO PARA A ENTREVISTA.

Os candidatos que não se fizerem serão excluídos do processo seletivo, conforme consta nos subitens 5.2.4 e 5.6 da Chamada Pública N° 001/2016 – UEMANET/UEMA.

Outras dúvidas, entrar em contato pelo e-mail: tutoria.uemanet@gmail.com.

 

UEMA encerra formação para acessibilidade na educação a distância com sucesso

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IMG_2676Nos dias 06, 07 e 08 de abril, a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) realizou a formação para acessibilidade na educação a distância, ministrada por professores da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). O objetivo foi dá continuidade ao processo de acessibilidade nos cursos presenciais e implantá-la, também, no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) – educação a distância – para que se possa alcançar, também, os alunos com necessidades educativas especiais na inclusão.
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A formação, que teve como tema Educação Inclusiva e Gestão de Equipes Visando a Acessibilidade, foi voltada para os colaboradores do Núcleo de Tecnologias para Educação – UEMAnet, setor que trabalha a EaD e a produção de tecnologias educacionais dentro da UEMA. Participaram, também, os colaboradores do Núcleo de Acessibilidade da Universidade.
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“A inclusão tem que partir de dentro da Universidade, porque ela precisa acolher o aluno independente das suas diferenças. E é por essa razão que a formação se faz necessária, para ajustar as condicionantes que tornam os cursos acessíveis”, disse a Coordenadora Geral do UEMAnet, Profa. Ilka Serra.

Durante os três dias, os professores da UNESP, Danielle Santos, Uilian Vigentin, Erik Ferreira, Fabiana Rodrigues e Cícera Malheiro, falaram sobre a educação inclusiva; gestão de cursos acessíveis; implementação de materiais didáticos no AVA, seguindo o padrão de acessibilidade; planejamento do Design Educacional dentro desse contexto, etc. “A inclusão é o processo de valorizar as diferenças das pessoas, reconhecendo suas habilidades, reestruturando a sua organização. Inclusão é valorizar as diferenças”, explicou a professora Danielle Santos.

Além disso, a equipe ofertou uma formação dos tutores. Na ocasião, buscou-se problematizar de que formas os sujeitos constroem o conhecimento, a partir de seu repertório individual, influenciado pela comunicação e pela colaboração no AVA para a construção do conhecimento. E, também, de que maneira o tutor online pode atuar na mediação nesses processos de aprendizagem, atuando, sobretudo, na resolução de problemas e na acessibilidade pedagógica.
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O professor Uilian Vigentim destacou que não tem sentido disponibilizar um conteúdo acessível e de qualidade se o usuário não consegue chegar até ele. “A ideia da formação é melhorar esse cenário, estudando os recursos e construindo uma plataforma pensada para pessoas cegas como eu, ou com outros tipos de deficiências, para que o deficiente possa chegar com mais autonomia e independência ao conteúdo final”, ressaltou ele.

A coordenadora Ilka Serra, ainda, relatou, que esse é um grande passo para a Universidade no sentido de cumprir seu papel social. “Esta iniciativa reforça o compromisso da UEMA em prol de uma sociedade mais inclusiva e justa”, finalizou ela.

A Universidade abraça mais essa missão, entendendo que é necessário aspectos efetivos de acesso ao conhecimento para que haja autonomia e independência nas diferentes atividades propostas na EaD, e assim permitir que a cultura inclusiva adentre este espaço.

UEMA divulga lista de classificados na 1ª etapa da seleção de tutores para o curso de inglês

A Universidade Estadual do Maranhão – UEMA, por meio do Núcleo de Tecnologias para Educação – UEMAnet, torna público a lista de classificados na 1ª etapa do processo de seleção de tutores para o curso de extensão de inglês básico.

Confira a lista AQUI

Os candidatos classificados deverão apresentar o original e entregar cópia dos documentos aptos a comprovar o alegado na ficha de inscrição, nos dias 11/04 a 13/04/2016, das 09 às 12h e das 13 às 19h, no UEMAnet, setor Gestão de Polos e Acompanhamento de Cursos.

Documentação:

  • RG*;
  • C.P.F*;
  • Comprovante de residência*;
  • Diploma de graduação em Letras com Habilitação em Inglês (para os licenciados)*;
  • Histórico da Graduação e comprovante de matrícula do 6º ou 7º período (para licenciandos da UEMA)*;
  • Certificado de Curso de Inglês: Intermediário ou Avançado;
  • Diploma de Especialização em EaD;
  • Diploma de Especialização (até 3);
  • Diploma de Mestrado e/ou Doutorado concluído;
  • Declaração de Mestrado e/ou Doutorado em curso;
  • Certificado de curso de Mediação em EaD;
  • Documento comprobatório de experiência em docência;
  • Documento comprobatório de experiência em EaD.

Para a comprovação de experiência em docência ou EaD, serão aceitos os seguintes documentos:

  • Declaração, contendo data de início e término;
  • Termo de posse e contracheque do último mês;
  • Carteira de trabalho.

Obs: O documento deve conter, obrigatoriamente, a data de início e término da experiência, a fim de se comprovar o tempo alegado na inscrição. Ex: 02/01/2013 a 03/01/2015 ou até a presente data.

Os itens com (*) indicam a documentação básica e que deve ser entregue por todos os candidatos. Os demais, somente se o candidato informou na ficha de inscrição.

Os candidatos que não se fizerem presente ou não comprovarem as informações prestadas no ato da inscrição serão excluídos do processo seletivo, conforme consta nos subitens 5.2.4 e 5.6 da Chamada Pública N° 001/2016 – UEMANET/UEMA.

Outras dúvidas, entrar em contato pelo e-mail: tutoria.uemanet@gmail.com.

UEMA inicia as atividades da formação para acessibilidade na educação a distância

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Na manhã do dia 06.04, a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA) deu início às atividades da formação para acessibilidade na educação a distância, ministrada por professores da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP). O objetivo é dá continuidade ao processo de acessibilidade nos cursos presenciais e implantá-la, também, no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) para que se possa alcançar, também, os alunos com necessidades educativas especiais na inclusão.

A formação é voltada para os colaboradores do Núcleo de Tecnologias para Educação – UEMAnet, setor que trabalha a EaD e a produção de tecnologias educacionais dentro da UEMA.

“A inclusão tem que partir de dentro da Universidade, porque ela precisa acolher o aluno independente das suas diferenças. E é por essa razão que a formação se faz necessária, para ajustar as condicionantes que tornam os cursos acessíveis. Que possamos aproveitar o melhor da formação e colocar em prática o mais rápido possível”, disse a Coordenadora Geral do UEMAnet, Profa. Ilka Serra.
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Durante todo o dia, os professores da UNESP Danielle Santos, Uilian Vigentin e Erik Ferreira falaram sobre a educação inclusiva e gestão de cursos acessíveis. “A inclusão é o processo de valorizar as diferenças das pessoas, reconhecendo suas habilidades, reestruturando a sua organização. Inclusão é valorizar as diferenças”, explicou a professora Danielle Santos.

Além disso, a equipe ofertou uma formação dos tutores. Na ocasião, buscou-se problematizar de que formas os sujeitos constroem o conhecimento, a partir de seu repertório individual, influenciado pela comunicação e pela colaboração no AVA para a construção do conhecimento. E, também, de que maneira o tutor online pode atuar na mediação nesses processos de aprendizagem, atuando, sobretudo, na resolução de problemas e na acessibilidade pedagógica.

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A formação segue até o dia 08 de abril, tendo como tema Educação Inclusiva e Gestão de Equipes Visando a Acessibilidade. Ainda serão discutidos sobre a implementação de materiais didáticos (vídeos, ebooks (PDF e HTML) no ambiente virtual de aprendizagem (AVA – Moodle), seguindo padrões de acessibilidade web e aplicação dos conceitos do desenho universal na EaD; Acessibilidade e Usabilidade: do planejamento do Design Educacional ao Design e produção de Materiais: Atividades, editoração, e-book, Storyboard de games, storyboard de animações, produção de vídeo (com libras, legenda e audiodescrição).

UEMA realiza palestra sobre qualidade no atendimento em parceria com Grupo GM e IEL

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Parceria entre a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Instituto Euvaldo Lodin (IEL) e Grupo GM (Dalcar) proporciona momentos de aprendizado para alunos do curso técnico em Manutenção Automotiva da UEMA, modalidade a distância. Alunos esses que são funcionários da Concessionária Dalcar, em São Luís.

A parceria resultou numa palestra sobre Qualidade no Atendimento ao Público e Satisfação do Cliente, ministrada por Eliane Souza, da IEL, que na ocasião deixou claro que “o excelente atendimento fideliza o cliente”.

“Além disso, é um diferencial. E é algo necessário, principalmente do ponto de vista econômico, devido à concorrência acirrada e crescente existente no mercado. E o boca a boca ainda funciona”, explicou Eliane.

Ela, ainda, destacou o que o cliente quer. “Atenção, soluções e não mais problemas, agilidade no atendimento, compromisso e precisão é isso que o cliente busca ao ser atendido”, ressaltou ela.

De acordo com a palestrante, existem vários tipos de clientes: impaciente, silencioso, indeciso, barganhador, agitado, de bom senso, bem humorado, inteligente, confuso, presunçoso, detalhista e agressivo. Mas, diante destes o atendente nunca deve “usar palavras negativas, sempre ser reativo, nada de tratamento íntimo e nem falar gírias e muito menos mal da empresa para ele. E, também, não deve falar o nome do cliente errado”.

Para a Coordenadora Pedagógica do curso, Giselle Serra, “ações como essa tem como objetivo agregar conhecimentos a prática profissional, trazendo êxito a cada dia na vida pessoal e profissional do aluno”.

Cerca de 40 alunos participaram da palestra e saíram com a certeza de que a excelência é um hábito e não um incidente.

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Aula prática trabalha a prevenção de riscos em atividades rurais

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Nos dias 30 e 31 de março, alunos do curso técnico em Segurança do Trabalho da Universidade Estadual do Maranhão tiveram aula prática na Fazenda Escola da UEMA. O momento fez parte da disciplina Segurança na Área Rural e teve o objetivo de proporcionar a vivência quanto à prevenção de riscos em atividades rurais.

“O momento foi para aprofundar os conteúdos estudados na disciplina Segurança na Área Rural – Módulo III, articulando a teoria com a prática, o que oportunizou experiências significativas e enriquecedoras sobre Identificação dos riscos de acidentes causados pelo uso inadequado de ferramentas, máquinas e equipamentos agrícolas; Interpretação de legislação, normas de segurança e elementos básicos da prevenção de acidentes na agroindústria, entre outros”, explicou a coordenadora do Polo Paulo VI, Aparecida Sousa.

Parceria UEMA e UNESP formará colaboradores do UEMAnet para acessibilidade na educação a distância

A educação a distância (EaD) ao longo dos anos vem democratizando o acesso ao ensino ao ultrapassar barreiras geográficas, levando conhecimento a lugares que o ensino presencial não consegue alcançar. Mas, não é somente isso. É necessário, também, ofertar condições de acessibilidade às pessoas com deficiências. É necessário colocar em prática o uso das tecnologias assistivas, ou seja, apoiar o aluno com necessidades educativas especiais na inclusão.

É pensando por esse viés que a Universidade Estadual do Maranhão está implantando a acessibilidade no seu ambiente virtual de aprendizagem, como forma de atender e apoiar esse aluno da melhor forma possível. O início dos trabalhos será em parceria com a Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), que é referência quando o assunto é acessibilidade na EaD. A UNESP ministrará uma formação para os colaboradores do Núcleo de Tecnologias para Educação – UEMAnet, setor que trabalha a EaD e a produção de tecnologias educacionais dentro da UEMA.

“A inclusão social de pessoas com deficiência tem sido muito discutida atualmente, minimizando a segregação dessas pessoas dentro da Universidade. A EaD na perspectiva da inclusão deve acolher o aluno, independente das suas diferenças. E é por essa razão que a formação se faz necessária, para ajustar as condicionantes que tornam os cursos acessíveis. A ideia é que a EaD ofertada na Universidade inclua, sem exceção”, destacou a Coordenadora Geral do UEMANet, Profa. Ilka Serra.

A formação acontecerá de 06 a 08 de abril e terá o tema Educação Inclusiva e Gestão de Equipes Visando a Acessibilidade. Durante os três dias profissionais do Núcleo de Educação a Distância da UNESP (NEAD/UNESP) estarão na Universidade tratando os seguintes temas:Sensibilização da equipe UEMA para a educação inclusiva; Gestão de Cursos acessíveis: desafios na organização de equipes multidisciplinares para a incorporação da cultura inclusiva e de acessibilidade.

Além disso, farão uma formação para os tutores para que esses incorporem os conceitos da educação inclusiva e acessibilidade e sobre a implementação de materiais didáticos (vídeos, ebooks (PDF e HTML) no ambiente virtual de aprendizagem (AVA – Moodle), seguindo padrões de acessibilidade web e aplicação dos conceitos do desenho universal na EaD; Acessibilidade e Usabilidade: do planejamento do Design Educacional ao Design e produção de Materiais: Atividades, editoração, e-book, Storyboard de games, storyboard de animações, produção de vídeo (com libras, legenda e audiodescrição).

A equipe, também, dará uma explicação de como o AVA/UNESP passou pelo processo de adequação de acessibilidade e implementação de códigos e ajustes de ferramentas no Moodle, seguindo padrões de acessibilidade web.

A Universidade abraça mais essa missão, entendendo que é necessário aspectos efetivos de acesso ao conhecimento para que haja autonomia e independência nas diferentes atividades propostas na EaD, e assim permitir que a cultura inclusiva adentre este espaço.

UEMA oferece treinamento de Produção de Ebooks no Formato ePub

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A Universidade Estadual do Maranhão, por meio do Núcleo de Tecnologias para Educação – UEMAnet, oferece treinamento de produção de Ebooks (livros digitais) no formato ePub, nos dias 28, 29 de abril (tarde e noite) e 30 de abril (manhã e tarde). Com um investimento de R$ 500 (quinhentos reais), o treinamento é voltado para profissionais e estudantes da área de Comunicação Social e suas habilitações, Diagramadores, Designers e da área de Tecnologia e Informação.

O curso tem o objetivo de capacitar os participantes na produção de livros para tablets, Ipad, Iphone, smartphones, e-readers, por meio do software ePub, sendo ministrado pelo renomado Felipe Santos, especialista em Adobe InDesign, Photoshop e Digital Publishing Suite, com 25 anos de experiência nas áreas de impressão, editoração e tratamento de imagens.

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Serão somente 10 vagas. Os interessados devem entrar em contato pelo e-mail cursos.uemanet@gmail.com, onde podem obter mais informações.

O que é formato ePub? (Fonte: TecMundo)

Os livros digitais ou ebooks são mídias textuais equivalentes aos clássicos impressos a que estamos acostumados – livros, jornais e revistas. Essa nova tecnologia tem ganhado mercado e o lançamento de equipamentos que leem esses arquivos tem cooperado para tal crescimento. Atualmente, existem diversas formas para a leitura de ebooks, como os e-readers. Entretanto, existem problemas nesse contexto: nem todo aparelho ou aplicativo suporta todas as extensões dos ebooks. Dentre tais formatos pode-se citar PDF, ODT e DOC (já bem conhecidos por serem extensões de documentos usuais), LIT, OPF, PDB, VBO, TXT e RB.

Outro aspecto inadequado nesse quadro são as empresas que mantêm os direitos autorais de seus formatos de ebooks. Em outras palavras, você só consegue acessar determinados formatos com o respectivo dispositivo da empresa desenvolvedora.

O formato ePub é uma extensão baseada na linguagem XML (uma “evolução” do HTML), livre e aberta, o que significa que qualquer pessoa consegue colaborar para o seu aperfeiçoamento. Tal fato representa o real motivo para a criação do ePub: a padronização e a democratização de acesso aos ebooks.

Não é apenas a portabilidade, ou seja, a facilidade de acesso aos conteúdos em diversos aparelhos, que marca as vantagens desta tecnologia. O ePub ainda possibilita o aumento do tamanho da fonte e o ajuste da dimensão das páginas de acordo com o dispositivo utilizado para leitura, adequando o e-book às necessidades do usuário. Características que dificilmente são vistas, com qualidade, em outros formatos.

Muitos dos fabricantes de e-readers ou aparelhos que possuem essa funcionalidade já estão adotando o ePub como formato padrão.

Coordenadora do UEMAnet ministra palestra sobre inovação durante Seminário Temático de Graduação na UEMA

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A Coordenadora Geral do Núcleo de Tecnologias para Educação da UEMA – UEMAnet, Profa. Dra. Ilka Serra, ministrou palestra sobre “Inovação no Universo Acadêmico e suas Implicações na Formação de Futuros Profissionais”, durante o II Seminário Temático de Graduação da UEMA. O evento acontece até essa sexta (31.03), com uma rica programação, envolvendo palestras e mesas redondas, discutindo temáticas importantes relacionadas à graduação.

Durante a palestra a Professora Ilka Serra fez uma abordagem geral sobre a inovação e como a universidade se comporta atualmente no contexto desse universo tecnológico. Iniciou pelo significado de inovação, citando o pensamento de Schumpeter (1942), onde ele diz: “inovação é a reforma ou revolução de um padrão de produção a partir da exploração de uma invenção, ou de forma mais geral, uma possibilidade tecnológica original, para a promoção de um novo produto ou serviço”.

Mas, como a universidade pode fazer a diferença nesse processo inovador? A Coordenadora então esclarece, tomando como referência algumas contribuições das universidades no processo de inovação tecnológica. “Sendo fonte de novas ideias e conhecimento geral necessário às atividades de pesquisa básica exploratória e desenvolvimento tecnológico; e, sendo fonte de conhecimento especializado relacionado à área tecnológica da empresa e do setor público. Isso é necessário, porque são raras as pesquisas de alto nível tecnológico. O desenvolvimento experimental e o licenciamento restringiram-se a um papel de consultoria. As pesquisas precisam se desenvolver mais tecnologicamente”, explicou a professora.

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Durante a ocasião, ainda destacou que os avanços tecnológicos não significam retrocesso pedagógico. “Esse modelo tecnológico educacional precisa ser vivenciado pelo professor e pelo aluno. Se pensarmos assim seremos uma universidade que gera desenvolvimento. E o ambiente educacional tem muita influência nisso, porque os conceitos dentro desse ambiente precisam ser repensados. Do contrário, acabamos não avançando no processo de inovação”, ressaltou Ilka.

A professora encerrou sua palestra deixando como reflexão o pensamento de Peter Drucker: “O futuro da educação está fora do campus tradicional, fora da sala de aula tradicional”.

Alunos de CT em Alimentos da UEMA realizam III Seminário Integrador

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No último dia 19 de março, alunos do curso técnico em Alimentos da Universidade Estadual do Maranhão realizaram o III Seminário Integrador, com a temática “Segurança dos alimentos do campo (produção) a mesa do consumidor”. O objetivo foi Integrar os conhecimentos adquiridos nas práticas realizadas nas disciplinas do módulo III – Microbiologia dos Alimentos, Conservação dos Alimentos, Análise Sensorial, Higiene na Indústria dos Alimentos, Programas de Boas Práticas de Fabricação, Análise Sensorial e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle.

“O momento foi para aprofundar os conhecimentos e trocar experiências sobre os cuidados na produção dos alimentos. Nesse sentido, cada grupo escolheu um produto oriundo da indústria visitada (em práticas anteriores) e realizou abordagem referente aos cuidados, desde a aquisição da matéria prima até a mesa do consumidor”, explicou a coordenadora do Polo Paulo VI, Aparecida Sousa.

Na ocasião, os alunos socializaram conhecimentos sobre: higienização e conservação dos alimentos, principais métodos de conservação, controle e qualidades dos alimentos, boas práticas de fabricação no processo de produção de alimentos, entre outros.

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